domingo, 29 de maio de 2011

O Carvão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou calado. Zeca viu o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquele lençol branquinho que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco no lençol, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com o lençol estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai, que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão no lençol.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que o lençol quase não se sujou, mas olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resmungos, a fuligem, ficam sempre em nós mesmos...
Autor Desconhecido

OLHA QUE DOIDO!!!!!!!!!!!!!!!!

Passe o mouse sobre a cabeça dele.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Exame Pré-Nupcial

Numa cidade do interior, um casal de noivos vai fazer um exame pré-nupcial, pra verificar se tudo sairá direitinho. Ou melhor, se tudo vai entrar direitinho. Dias depois, a moça vai buscar os resultados. A enfermeira lhe entrega um papel onde apenas se lê: "APM". A moça não entende e a enfermeira explica:
- Pode ficar tranqüila. APM quer dizer: "Apta Para o Matrimonio".
A noiva fica felicíssima. E pega o resultado do exame do noivo. Nele está escrito: "AAPM". Aí é que ela fica exultante: se com um A só é considerada apta, imagine ele com dois As. Deve ser um fenômeno!
Casam. Dez dias depois, volta a moça ao laboratório, querendo saber porque o marido é um fracasso total na cama, já que é "AAPM" .
É aí que a enfermeira explica o que a sigla significa: "Apto Apenas Para Mijar".
Autor Desconhecido

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aprenda a dizer - 'A-HAM' ou 'HUM-HUM'

O peixe morre por onde mesmo?
 Tarde da noite, já estavam deitados, quando...
 MULHER : Se eu morresse você casava outra vez?
 MARIDO: Claro que não!
 MULHER: Não?! Não por quê?! Não gosta de estar casado?
 MARIDO: Claro que gosto!
 MULHER: Então por que é que não casava de novo?
 MARIDO: Está bem, casava...
 MULHER: (com um olhar magoado) Casava?
 MARIDO: Casava. Só porque foi bom com você...
 MULHER : E dormiria com ela na nossa cama?
 MARIDO: Onde é que você queria que nós dormí­ssemos?
 MULHER: E substituiria as minhas fotografias por fotografias dela?
 MARIDO : Ah... natural que sim...
 MULHER: E ela ia usar o meu carro?
 MARIDO: Não. Ela não dirige....
 MULHER: !!!! (silêncio)
 MARIDO: ( em pensamento ) F..... !!!

Iranildo Torres

sábado, 7 de maio de 2011

O valor das coisas

Quanto vale o seu patrimônio?
Anos de trabalho suado?
Incontáveis férias sem sair de casa?
Intermináveis noites sem dormir?
Admiro as pessoas que trabalham duro pra vencer na vida.
Mas desconfio de quem abre mão da própria vida pra acumular coisas.
Eu disse acumular...
Que é diferente de ter.
Se você tem, espero que faça bom uso disso pra ser feliz.
Porque muita gente, em vez de possuir, é possuída.
Ter um carro lindo e esperar que ele jamais arranhe, amasse ou pegue chuva, é ficar escravo de um bem que foi construído para servir.
Ter louça boa e jamais sujá-la de molho é menosprezar o prazer de comer.
Usar as melhores roupas só em ocasiões especiais é descuidar da própria aparência.
Reservar os melhores lençóis do enxoval só para os hóspedes é fazer pouco do seu sono tão merecido...
Não importa o valor ou o tamanho do seu patrimônio.
Se você construiu, usufrua!
Passar a vida acumulando bens sem tirar proveito, transforma a sua passagem por aqui numa coisa morna e sem graça...
Que pode ser esquecida minutos depois que você partir.
Heranças devem passar de mão em mão gastas pelo uso...
Marcadas por lembranças felizes e repletas de emoção.
Tenha você o que tiver, use, compartilhe, divida com quem ama...
Ninguém leva nada pro túmulo.
Se quiser acumular alguma coisa, que seja amor.
Isso, sim, é bem que vale a pena preservar com cuidado...
Porque é a única coisa que e gente leva dessa vida.

Texto: Lena Gino

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Utilidade Publica

3 bons motivos para repassar:
1 - Até que enfim um bom conselho de advogado;

2 - DE GRAÇA! (Essa é para espantar ainda +)
3 - O conteúdo é relevante.

 
CONSELHO DE ADVOGADO
Um advogado fez circular a seguinte informação para os empregados de seu escritório:


1.
Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Em vez disso, escreva 'SOLICITAR   RG'.
 
2. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa.
 
Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho.
Ponha seu telefone celular ao invés do residencial.


3..
Tire Xérox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc.
Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar.
Mantenha a fotocópia em um lugar seguro.
Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro.
Sabe-se de muitas estórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc... roubados.

Infelizmente, eu, um advogado, tenho conhecimento de primeira mão porque minha carteira foi roubada no último mês.
Dentro de uma semana, os ladrões compraram um caro pacote de telefone celular, contrataram um cartão de crédito VISA,
tiveram uma linha de crédito aprovada para comprar um computador, dirigiram com minha carteira...

E MAIS.....


4.
Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de crédito imediatamente.
Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar.
Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade.


5.
Abra um Boletim Policial de Ocorrência (B...O.) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc..,
foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas,
e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma).

Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo:


6.
Chame imediatamente o SPC () e SERASA ()e outros órgãos de crédito (se houver)
para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF.
Eu nunca tinha ouvido falar disto até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma aplicação
para empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome.
O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada,
e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado..

Até que eu fosse aconselhado a fazer isto (quase duas semanas depois do roubo), todo o dano já havia sido feito.
Há registros de todos os cheques usados para compras pelos ladrões, nenhum dos quais - eu soube - depois que eu coloquei o alerta.
Desde então, nenhum dano adicional foi feito, e os ladrões jogaram fora minha carteira.
Este fim de semana alguém a devolveu para mim.
Esta ação parece ter feito eles desistirem.


Passamos para frente muitas piadas pela Internet .
Mas se você estiver disposto a passar esta informação,
realmente poderá ajudar alguém!

Injeção de ânimo para produtores de textos sociais / Kuraĝigaj vortoj al sociaj tekstofaristoj

Em seu livro autobiográfico “Solo de Clarineta” (primeiro volume), o romancista brasileiro Érico Veríssimo (1905-1975) escreveu o seguinte:

“Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam “carneado”. (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.”
En sia membiografia libro “Solo de Klarneto” (en la unua volumo), la brazila romanverkisto Érico Veríssimo (1905-1975) skribis jene:

“Mi rememoras, ke, en iu nokto – tiam mi havis ĉirkaŭ dek kvar jarojn maksimume – oni igis min teni levita elektran lampon ĉe iu operacio-tablo, dum kuracisto donis la unuan helpon  al kompatindulo, kiun soldatoj de la komunuma polico estis “buĉintaj”. (...) Spite al la hororo kaj naŭzo, mi daŭris firma tie, kie mi staris, eble rezonante tiele: se tiu sentimulo subtenas ĉion tion ne ĝemante, kial mi ne povus resti pendiganta tiun ĉi lampon, por helpi la doktoron kunkudri tiujn tranĉvundojn kaj savi tiun vivon?(...)
De kiam, fariĝinte plenaĝa, mi komencis verki romanojn, kuraĝigas min ĝis hodiaŭ la ideo, ke la minimumo, kiun la verkisto povas fari en epoko de kruelaĵoj kaj maljustaĵoj, kia la nia, estas lumigi sian lampon, fari lumon sur la realaĵon de sia mondo, evitante, ke sur ĝin falu la mallumo, kiu favoras al la ŝtelistoj, murdistoj kaj perfortuloj. Jes... teni la lampon, spite al la naŭzo kaj hororo. Se ni ne havas elektran lampon, ni eklumigu nian peceton da kandelo, aŭ, en lasta okazo, ni ekflamigu alumetojn senĉese, kiel signon, ke ni ne dizertis el nia posteno.”  


Acredito que isso sirva também para quaisquer produtores textuais, como escritores, poetas, cordelistas, tradutores, roteiristas, dramaturgos, escultores, artistas plásticos, artesãos, músicos, letristas, instrumentistas, coreógrafos, fotógrafos, cineastas, xilógrafos, grafiteiros, oradores, professores e demais usuários de meios de comunicação, que lutam direta ou indiretamente por melhorias sociais, ou que tenham preocupação com os seres humanos ou com as naturezas.

Mi kredas, ke tio utilas ankaŭ por iaj ajn tekstofaristoj, kiaj verkistoj, poetoj, popolpoetoj, tradukistoj, kindialogistoj, dramaturgiistoj, skulptistoj, plastikistoj, manartistoj, muzikistoj, muziktekstistoj, muzikinstrumentistoj, dancartistoj, fotografistoj, kinartistoj, lignogravuristoj, grafikistoj, oratoroj, instruistoj kaj ceteraj uzantoj de komunikrimedoj, kiuj luktas rekte aŭ nerekte por sociaj pliboniĝoj, aŭ kiuj zorgemas pri la homaj estuloj aŭ pri la naturoj.

Para conhecer um pouco sobre Érico Veríssimo (na Wikipédia):

Por scii iomete pri Érico Veríssimo (en Vikipedio):

Esperantigis: Josenilton

domingo, 1 de maio de 2011

PACIÊNCIA

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.
Ela disse:
Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?

Mas, outra vez Melissa pediu:
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:
- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui.   Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa.
Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.
Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê la brincar...

Autor: desconhecido

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